é quando o silêncio mais grita...
É quando o resto do mundo
tem Jazz para ouvir...
E eu não falo coisa com coisa
e esqueci o som da minha própria voz...
POEMA-GADGET
Este é o contador do blog
onde o poeta conta
leitores que o amam
ou que o ignoram.
"POEMA-GADGET" veio parar aqui na barra lateral à esquerda dos textos principais do meu blog, por que numa cinzenta e chuvosa manhã de inverno o "poema-orelha" do Drumonnd entrou por meus olhos e me seduziu. Esta é a orelha do livro / por onde o poeta escuta / se dele falam mal / ou se o amam.
( POEMA-ORELHA - Carlos Drumonnd de Andrade, publicado na orelha do livro "A vida Passada a Limpo" de 1959 ).
3 comentários:
E esqueceu de mim também. Ontem estava olhando os e-mail e lembrei muito de você.
E eu também não dei mais notícias.
Um forte abraço e um bom ano.
Ouço também o rythm'n' blues da noite, e às vezes, mas só às vezes, minha própria voz acompanha sua melodia... Um beijo, Deia.
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